Fonemas e letras escrito em pergaminho
de couro curtido.
Á-bê-cê da população, invento que produz
maiúsculas e minúsculas se
embaralham e entre vogais e consoantes se encaixam
Na fôrma e extensão das linhas alongadas do escrivão
flutua na imaginação do mestre.
No quadro negro da parede verde desliza na
ponta de um giz, levado pelo indicador da educação
criando belos estudos literários.
Entre assentos e olhares que sorrir, papeis e caneta na mão
os verbos variam no modo e no tempo da conjunção do espaço
O fenômeno abundante se dar na pontuação e terminação
A ciência cultural encontra, o encontro consonantal que
decola na força da década simples e composta de
substantivos, adjetivos, interjeição e admiração!
Ditongo exprime a-ten-ção
Hiato co-o-pe-ra na comunicação, enquanto tritongo
a-pa-zi-guou a interrogação.
Os versos decifra sentidos variados
na sabedoria da palavra escrita, lida e vivida.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
casa do tesouro
Casa do Tesouro
Chuva serôdia derramada sobre a
semente de honra lançada no terreno fértil
limpo de névoa
que no tempo apropriado produz seu broto
Pão sobre as águas lança
Lei do retorno se dar
trazendo mantimento
Na mesa de quem plantou seu grão
Vida de quem crer
Deposita a décima parte da colheita,
como oferta no altar
Ao cheiro suave das águas que sobe e desce abrindo
Janelas e portas
Onde tudo se renova
Se derrama se transborda.
Nos corpos da natureza
Com os dedos das mãos Deus escrevia
os mandamentos nas tabuas
Do coração do ser criado por Ele
No alto do monte, no lugar da intimidade
sossegado e tranqüilo sobre a rocha
Para que seu povo herdasse os bens de sua herança na
Terra prometida e comprometida
Em produzir os melhores frutos.
Bênçãos sem medida recalcada,
mel que escorre da penha
Chuva serôdia derramada sobre a
semente de honra lançada no terreno fértil
limpo de névoa
que no tempo apropriado produz seu broto
Pão sobre as águas lança
Lei do retorno se dar
trazendo mantimento
Na mesa de quem plantou seu grão
Vida de quem crer
Deposita a décima parte da colheita,
como oferta no altar
Ao cheiro suave das águas que sobe e desce abrindo
Janelas e portas
Onde tudo se renova
Se derrama se transborda.
Nos corpos da natureza
Com os dedos das mãos Deus escrevia
os mandamentos nas tabuas
Do coração do ser criado por Ele
No alto do monte, no lugar da intimidade
sossegado e tranqüilo sobre a rocha
Para que seu povo herdasse os bens de sua herança na
Terra prometida e comprometida
Em produzir os melhores frutos.
Bênçãos sem medida recalcada,
mel que escorre da penha
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