terça-feira, 30 de junho de 2009

Carol


Menina, moça
Se destacou na arte da dança,
no compasso da música, com movimentos
rítmicos e corporais.
Dom natural
Dom de Deus,
emprega seus esforços, para que tudo
saia perfeito,
vestidos longos e amplos, compoeem os indumentos
que fazem parte da coreografia.
Empreendimento
capacidade de criar e dar vida através das letras,
que traduz nos corpos o verdadeiro louvor;
Edifício onde funciona um ministério
sua marca é a alegria de servir a Deus,
vendo nos rostos de quem assiste,
o impacto do evangelho.
Na leveza do tempo ela se tornou
amiga de muitos,
mãe , mulher.

Casa de fazenda

Monte de lenha,
punhos e pavios,
fogueiras em chamas, que estoura no ar,
como uma explosão em cores.

Lugar onde a luz demorou a chegar,
contudo a lua não deixava de dar a sua luz,
iluminando todo o terreiro.

O céu era um convite, para que eu pudesse
olhar acima de minha cabeça,
A grandeza da criação.

Estrelas formando um grande círculo,
todas enfileiradas como um grande exército.
Aquele lugar é especial, abençoado.

Eu me sentia como se estivesse diante do
trono de Deus.
Noites de minha infância.

Como me esquecer se dali foi onde tudo
começou.

Nasce o dia;
O desabrochar das flores e da vida,
se dar como um grande espetáculo.

O canto dos pássaros orquestram a beleza
do amanhecer.

Ali da varanda, sentada num banco de madeira,
sentia o vento que soprava do poente, vento
propício, favorável.

Sem piscar os olhos, ouvia o gado mugindo,
saido do curral, em busca de seu espaço
nas campinas de meu Deus.

As horas passavam e eu descansava o corpo
à sombra de uma jaqueira, meditando
diante do silêncio daquela noite.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Jerusalém


Lugar de beleza e mistério;
Onde o verbo se fez carne e
habitou entre nós na pessoa do
Cristo.
Lugar separado para a vinda do desejado:
Seu Messias e Profeta.
Terra abençoada,
onde o deserto vira oasis,
o mar se abre,
mas, o povo reage,
dúvidando da profecia.
O Cristo cruscificado, ao terceiro
dia, viu a palavra que não mentia,
ressucita-lo dos mortos.
Como Deus prevalecia;
Jerusalém desejada, continua marcada
para aquele grande dia.

Rosa


Flor que exala seu perfume
do topo da cumeeira;
Dentre as flores, é a rosa que me
cativa e me encanta.
Rosa sempre rosa, que desabrocha
nos telhados e nos jardins.
Sua cor é inconfundível
seu perfume incomparavél,
rosa que me levou para cima
de telhados distantes.
Caminhando e cantarolando,
colhendo-a entre os espinhos
para tê-la em meus braços
Como a rosa eu seguia os desafios
dos telhados e dos fios, sobre o olhar.
A rosa será sempre rosa, na memoria da menina;
Que crescia com a rosa a roseira
e os espinhos

Cidade Jardim


Salvador
Lugar jamais desejado,
trânsito agitado;
Movimento de todos os lados;
Mas a beleza se destacava,
diante do olhar de belas praias, logo ali.
Onde eu refletia e meditava;
Como tudo era encantador.
Deus estava verdadeiramente naquele lugar;
Minha alma descansava,
enquanto o verde florescia,
o sol brilhava,
e a vida se renovava
À medida que passavam os dias.
Deus me convencia que a sabedoria
deve ser conquistada.

clamor


Um grito, uma súplica surge no
silêncio profunda da alma.
Um coração que deseja por uma resposta.
Onde o pranto é a forma do desabafo,
e as lágrimas aquecem os olhos como
um vulção impetuoso.
Porém na quietude ouve-se uma voz
meiga e suave.
A paz se estabelece,
ressurgem das cinzas a esperança,
capaz de modificar o estado
de quem cala.