Mão na massa, trabalho forçado,
embarcação pronta para retornar ao mar
de Tiberíades.
Os filhos da tempestade remando na popa acionada pelo vento,
navegavam para lugares consagrado a oração.
Na madrugada fria, e barco à deriva da sorte
eles lançam as redes à esquerda, em busca do pão
nosso que demora a chegar.
O silêncio, nas águas azuis-celeste do mar, revelava
a ausência que o Rabino fazia.
Saudosos e desanimados, eles esperam o peixe
como único meio para conservarem a sua força.
Cansados e sem pão desistem da comissão.
o silêncio é quebrado com um som conhecido, vindo da praia
com cheiro de pão assado no carvão incandescente.
Jesus estava ali na areia prateada indicando
onde encontrar o peixe recheado de amor Ágape.
Rede cheia, com festa no tabernáculo marcam o encontro
tão esperado.
Pão da vida que se partiu, sentiu o amor no olhar de Pedro, e entregou
o encargo, de percorrer o oceano e o espaço,
pregando que Cristo perdoa pecados.
Pão assado servido, serviu com peixe adocicado.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Ungido
A Estrela da Manhã brilhava no céu da noite
de Belém da Judéia.
O Arquiteto e Artesão gerado, criava no tabuleiro
da estrebaria sua obra mais esplêndida.
Se lançar no espaço vazio e escuro da Terra para
conquistar em amor uma espécie extinta.
Devolvendo para o Pai todo o artefato primoroso,
as chaves e portas sem trincas e sem trincos perfeito;
Com apenas doze anos discursava entre
os doutores acerca do seu projeto vital.
As horas passam, o dia se aproxima e o
Menino Nazareno, estava preparado para executar, montar
e reparar os templos em ruínas de Jerusalém.
Sua fama percorria pelas cidades vales e vilas
dando vida a tudo que tocava,
ensinando o caminho da humildade, do perdão, e da comunhão
atraindo para Si, plebeus e ricos, sem distinção.
Cumpriu toda a Lei no madeiro de lei esculpido com pregos e espinhos,
expirando e doando a Sua vida, renasce em cada momento,
Soberano e Exímio.
de Belém da Judéia.
O Arquiteto e Artesão gerado, criava no tabuleiro
da estrebaria sua obra mais esplêndida.
Se lançar no espaço vazio e escuro da Terra para
conquistar em amor uma espécie extinta.
Devolvendo para o Pai todo o artefato primoroso,
as chaves e portas sem trincas e sem trincos perfeito;
Com apenas doze anos discursava entre
os doutores acerca do seu projeto vital.
As horas passam, o dia se aproxima e o
Menino Nazareno, estava preparado para executar, montar
e reparar os templos em ruínas de Jerusalém.
Sua fama percorria pelas cidades vales e vilas
dando vida a tudo que tocava,
ensinando o caminho da humildade, do perdão, e da comunhão
atraindo para Si, plebeus e ricos, sem distinção.
Cumpriu toda a Lei no madeiro de lei esculpido com pregos e espinhos,
expirando e doando a Sua vida, renasce em cada momento,
Soberano e Exímio.
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