quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Ungido

A Estrela da Manhã brilhava no céu da noite
de Belém da Judéia.
O Arquiteto e Artesão gerado, criava no tabuleiro
da estrebaria sua obra mais esplêndida.

Se lançar no espaço vazio e escuro da Terra para
conquistar em amor uma espécie extinta.

Devolvendo para o Pai todo o artefato primoroso,
as chaves e portas sem trincas e sem trincos perfeito;

Com apenas doze anos discursava entre
os doutores acerca do seu projeto vital.

As horas passam, o dia se aproxima e o
Menino Nazareno, estava preparado para executar, montar
e reparar os templos em ruínas de Jerusalém.

Sua fama percorria pelas cidades vales e vilas
dando vida a tudo que tocava,
ensinando o caminho da humildade, do perdão, e da comunhão
atraindo para Si, plebeus e ricos, sem distinção.

Cumpriu toda a Lei no madeiro de lei esculpido com pregos e espinhos,
expirando e doando a Sua vida, renasce em cada momento,
Soberano e Exímio.

Um comentário:

  1. Muito bom! Curto e ao mesmo tempo grandioso, assim como também foi a vida terrena do Nosso Criador, Jesus de Nazaré!

    Beijos do seu sobrinho,
    estou curtindo um poema atrás do outro,
    Helder Lessa.

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