Mão na massa, trabalho forçado,
embarcação pronta para retornar ao mar
de Tiberíades.
Os filhos da tempestade remando na popa acionada pelo vento,
navegavam para lugares consagrado a oração.
Na madrugada fria, e barco à deriva da sorte
eles lançam as redes à esquerda, em busca do pão
nosso que demora a chegar.
O silêncio, nas águas azuis-celeste do mar, revelava
a ausência que o Rabino fazia.
Saudosos e desanimados, eles esperam o peixe
como único meio para conservarem a sua força.
Cansados e sem pão desistem da comissão.
o silêncio é quebrado com um som conhecido, vindo da praia
com cheiro de pão assado no carvão incandescente.
Jesus estava ali na areia prateada indicando
onde encontrar o peixe recheado de amor Ágape.
Rede cheia, com festa no tabernáculo marcam o encontro
tão esperado.
Pão da vida que se partiu, sentiu o amor no olhar de Pedro, e entregou
o encargo, de percorrer o oceano e o espaço,
pregando que Cristo perdoa pecados.
Pão assado servido, serviu com peixe adocicado.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
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